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04.09.09 - fri
Azul começa a voar sem escalas do Rio de Janeiro (Santos Dumont) para Salvador
A Azul começou a voar no dia 15 de dezembro do ano passado, inicialmente ligando Campinas a Porto Alegre e Campinas a Salvador, em frequências diárias que hoje conta com 14 destinos: Campinas, Porto Alegre, Curitiba, Maringá, Navegantes, Rio de Janeiro,Belo Horizonte, Campo Grande, Vitória, Salvador, Recife, Maceió, Fortaleza, Manaus vai começar a voar a partir do dia 26 de setembro, vai operar voos sem escalas ligando o Rio de Janeiro (Aeroporto Santos Dumont) a Salvador.
Os voos serão oferecidos aos sábados e domingos e as tarifas variam a partir de R$ 189, para compras com 30 dias de antecedência e 3 dias de permanência (tarifa válida por trecho para viagens de ida e volta). A partir de 15 de dezembro os voos passarão a ser diários.
Os voos partem aos sábados e domingos do Rio de Janeiro às 8h35 com chegada a Salvador às 11h05. E de Salvador a decolagem é às 11h35, com chegada ao Aeroporto Santos Dumont às 13h35. Em 15 de Dezembro, os voos diários partirão do Rio de Janeiro às 21h19 com chegada a Salvador às 22h20. E de Salvador às 03h30, com chegada ao Rio de Janeiro às 6h27.
Com a nova rota, a Azul passa a ligar o Rio de Janeiro - com voos sem escalas - a Campinas, Porto Alegre e Salvador.
Fonte:NetMarinha
Os voos serão oferecidos aos sábados e domingos e as tarifas variam a partir de R$ 189, para compras com 30 dias de antecedência e 3 dias de permanência (tarifa válida por trecho para viagens de ida e volta). A partir de 15 de dezembro os voos passarão a ser diários.
Os voos partem aos sábados e domingos do Rio de Janeiro às 8h35 com chegada a Salvador às 11h05. E de Salvador a decolagem é às 11h35, com chegada ao Aeroporto Santos Dumont às 13h35. Em 15 de Dezembro, os voos diários partirão do Rio de Janeiro às 21h19 com chegada a Salvador às 22h20. E de Salvador às 03h30, com chegada ao Rio de Janeiro às 6h27.
Com a nova rota, a Azul passa a ligar o Rio de Janeiro - com voos sem escalas - a Campinas, Porto Alegre e Salvador.
Fonte:NetMarinha
03.09.09 - thu
Comércio Exterior: Exportador terá incentivo para quitar crédito-prêmio
Para fazer caixa mais rápido e elevar a arrecadação, o governo vai ampliar o incentivo para empresas exportadoras que pagarem à vista os débitos do crédito-prêmio de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). O líder do governo no Senado, senador Romero Jucá (PMDB-RR), antecipou ontem (01.09) que vai incluir emenda nesse sentido na Medida Provisória (MP) 462, que trata de repasse de R$ 1 bilhão aos municípios. Segundo Jucá, o novo programa de parcelamento da Receita e da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), conhecido como "Refis da Crise", não resolve o problema das exportadoras por causa do volume elevado dos débitos. A intenção de Jucá é conseguir que o Senado vote nesta quinta-feira a MP. Se a emenda for aprovada, a MP terá de retornar à Câmara dos Deputados para nova votação.
No mês passado, o Supremo decidiu por unanimidade que o crédito-prêmio do IPI, criado na década de 1960 para estimular as exportações, foi extinto em 1990. Com isso, as empresas terão de devolver os recursos aos cofres públicos. Cálculos sobre essa dívida apontam para valores que variam de R$ 62 bilhões a R$ 200 bilhões.
Acompanhado do líder do PT no Senado, Aloísio Mercadante (SP), Jucá esteve ontem reunido com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para negociar uma proposta. Mercadante explicou que a proposta visa a dar incentivo aos empresários por meio de um maior abatimento dos juros e das multas, ainda não definido.
Fonte:RevistaGlobal
No mês passado, o Supremo decidiu por unanimidade que o crédito-prêmio do IPI, criado na década de 1960 para estimular as exportações, foi extinto em 1990. Com isso, as empresas terão de devolver os recursos aos cofres públicos. Cálculos sobre essa dívida apontam para valores que variam de R$ 62 bilhões a R$ 200 bilhões.
Acompanhado do líder do PT no Senado, Aloísio Mercadante (SP), Jucá esteve ontem reunido com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para negociar uma proposta. Mercadante explicou que a proposta visa a dar incentivo aos empresários por meio de um maior abatimento dos juros e das multas, ainda não definido.
Fonte:RevistaGlobal
03.09.09 - thu
Atritos levam JBS a deixar entidade do setor de carne
O gigante mundial do setor de carnes JBS-Friboi não faz mais parte da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), a entidade responsável pelo avanço das exportações brasileiras por quase duas centenas de países nos últimos anos.
O motivo da saída da JBS da entidade exportadora foram discordâncias com outros associados nos novos rumos da entidade.
A situação se agravou porque, com prepotência, a JBS quer impor rumos diferentes à entidade, o que os outros 16 membros não concordam, disse ontem à Folha um participante desse setor.
Eles querem impor novos rumos com os quais não concordamos. Já que somos maioria, eles saem, disse a fonte.
A JBS confirmou à Folha que deixou a Abiec e que, até este momento, foi uma das maiores contribuintes para o avanço da entidade brasileira do setor de carnes.
Presente em quatro dos principais países produtores de carne bovina no mundo -Brasil, Argentina, Estados Unidos e Austrália-, a JBS é líder mundial em exportações nesse setor. A capacidade diária de abate da empresa já supera as 74 mil cabeças de animais.
Com a aquisição da Swift and Company, a empresa entrou no mercado de carne suína e agora está prestes a participar também do setor de avicultura.
A empresa pode anunciar já na semana que vem a aquisição da americana Pilgrim's Pride, a segunda maior empresa do setor de aves dos EUA, de acordo com o "Wall Street Journal". As discussões sobre o negócio, afirma o jornal americano, estão no estágio final e ele pode ser fechado em US$ 2 bilhões.
A Pilgrim's Pride, que está em concordata desde o fim de 2008, teve faturamento de US$ 8,5 bilhões no seu último ano fiscal (período de 12 meses encerrado em setembro do ano passado). Em nota, a JBS disse que analisa constantemente oportunidades de crescimento, mas que não há no momento nenhum acordo fechado.
Fonte:NetMarinha
O motivo da saída da JBS da entidade exportadora foram discordâncias com outros associados nos novos rumos da entidade.
A situação se agravou porque, com prepotência, a JBS quer impor rumos diferentes à entidade, o que os outros 16 membros não concordam, disse ontem à Folha um participante desse setor.
Eles querem impor novos rumos com os quais não concordamos. Já que somos maioria, eles saem, disse a fonte.
A JBS confirmou à Folha que deixou a Abiec e que, até este momento, foi uma das maiores contribuintes para o avanço da entidade brasileira do setor de carnes.
Presente em quatro dos principais países produtores de carne bovina no mundo -Brasil, Argentina, Estados Unidos e Austrália-, a JBS é líder mundial em exportações nesse setor. A capacidade diária de abate da empresa já supera as 74 mil cabeças de animais.
Com a aquisição da Swift and Company, a empresa entrou no mercado de carne suína e agora está prestes a participar também do setor de avicultura.
A empresa pode anunciar já na semana que vem a aquisição da americana Pilgrim's Pride, a segunda maior empresa do setor de aves dos EUA, de acordo com o "Wall Street Journal". As discussões sobre o negócio, afirma o jornal americano, estão no estágio final e ele pode ser fechado em US$ 2 bilhões.
A Pilgrim's Pride, que está em concordata desde o fim de 2008, teve faturamento de US$ 8,5 bilhões no seu último ano fiscal (período de 12 meses encerrado em setembro do ano passado). Em nota, a JBS disse que analisa constantemente oportunidades de crescimento, mas que não há no momento nenhum acordo fechado.
Fonte:NetMarinha

