11.09.09 - fri

Cabo Verde: Portos serão privatizados em 2010

 O Governo de Cabo Verde vai avançar em 2010 com a privatização das suas estruturas portuárias, segundo avançou esta sexta-feira o jornal «Diário Económico».
O presidente da Cabo Verde Investimentos, Rui Cardoso-Santos indicou que, «apesar de Cabo Verde ter concluído na última década o seu programa de privatizações, restam ainda a companhia aérea de TACV e a ENAPOR, empresa gestora dos portos cabo-verdianos».
A estratégia do Governo do arquipélago cabo-verdiano é avançar com a privatização da gestão dos portos mas para a companhia aérea TACV ainda não há ainda calendário definido para ficar em mãos de privados. Rui Cardoso-Santos garantiu que em 2010 será possível avançar com esta operação para os portos «tendo já registado a manifestação de interesse de vários investidores, entre os quais portugueses».

Fonte:NetMarinha
11.09.09 - fri

Bolsas da Ásia avançam puxadas por fortes dados da China

 As bolsas de valores da Ásia fecharam predominantemente em alta nesta sexta-feira, conduzidas por fortes dados econômicos da China, que também impulsionaram os preços das commodities, fazendo o dólar atingir o menor patamar em um ano frente a uma cesta com as principais moedas.
As ações negociadas em XANGAI avançaram 2,22 por cento, para 2.989 pontos, após uma robusta produção no varejo e dados de investimento em agosto indicarem que a economia da China está acelerando. Mas as exportações chinesas despencaram 23 por cento, destacando que a demanda global permanece fraca.
"O crescimento econômico real é extremamente poderoso e é sustentável", disse Dong Xian'an, economista-chefe da Industrial Securities, em Xangai.
Pequim informou que está confiante de que pode alcançar a meta de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 8 por cento neste ano.
Sinais positivos da economia mais dinâmica da Ásia sustentaram uma preferência contínua dos investidores por ativos de maior risco, o que puxou o dólar para o nível mais baixo em um ano frente a uma cesta com as principais moedas.
Às 7h47 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne as principais bolsas da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão subia 0,51 por cento, para 382 pontos.
O MSCI avançou cerca de 8 por cento frente ao nível observado em meados de setembro do ano passado, antes do colapso do banco de investimento Lehman Brothers, evento que abalou os mercados financeiros e levou muitas economias à recessão.
Entretanto, o indicador ainda acumula perda de quase 35 por cento em relação ao recorde atingido no final de 2007.
A bolsa de TÓQUIO contrariou a tendência dos demais mercados asiáticos, registrando queda de 0,66 por cento, a 10.444 pontos. O movimento foi provocado pelo desempenho de exportadores, como a Toyota Motor, que foram pressionados por valorização do iene a patamar máximo em sete meses ante o dólar.
Investidores ignoraram uma inesperada revisão para baixo no PIB do país, mostrando que a economia japonesa cresceu 0,6 por cento no segundo trimestre, contra leitura preliminar de 0,9 por cento.
O ministro de Finanças do Japão, Kaoru Yosano, afirmou que a revisão feita no PIB mostra que a economia japonesa ainda não se recuperou completamente.
Na Coreia do Sul, os títulos do governo afundaram pelo segundo dia consecutivo, após o Banco da Coreia sinalizar na quinta-feira que o país pode ser um dos primeiros a elevar a taxa básica de juro. Em SEUL houve ganho de 0,43 por cento, para 1.651 pontos.
O mercado de SYDNEY subiu 0,55 por cento, enquanto TAIWAN avançou 0,07 por cento e HONG KONG 0,44 por cento.
Seguindo o desempenho de TÓQUIO, CINGAPURA teve oscilação negativa de 0,04 por cento.

Fonte:NetMarinha
10.09.09 - thu

Brasil vai ter registro de exportações de serviços a partir de 2010

 O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) conclui este mês o desenvolvimento do sistema para registrar exportações de serviços, com estatísticas de segmentos como tecnologia da informação a partir de 2010.

 Segundo o diretor de Políticas de Comércio e Serviços da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério, Maurício Lucena do Val, o trabalho é uma parceria da Secex com a Receita Federal.
"Com certeza teremos meios de aferir as necessidades do setor, desempenho dos setores e eficácia dos instrumentos que estão destinados aos setores", disse Lucena. O Brasil é o sexto maior produtor de programas do computador do mundo e deveria deter a mesma posição como exportador, enfatizou o diretor da Secex.
A impossibilidade de se mensurar o que é exportado hoje de software pelo Brasil é uma das dificuldades para que o país eleve sua colocação do "ranking" de exportação desse bem.
Segundo ele, o setor de tecnologia da informação é um dos mais bem atendidos com políticas de financiamento à exportação. Existem fontes de financiamento para a produção de softwares destinados ao mercado interno e à exportação, com linhas de crédito específicas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Fonte:NetMarinha


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