Archive
NOVO ENDEREÇO AMTRANS ITAJAÍ
| Caros clientes e parceiros, Gostaríamos de comunicar a todos que a partir de segunda-feira 12/12/2011, a AMTrans estará em nova estrutura conforme endereço abaixo: Rua Camboriú, 891 (Esquina Rua Lages) – Fazenda – Itajaí – CEP 88301-451 |
Exportação Maritima e Aérea
(47) 9654-6501
(47) 9654-6504
Nextel 55*143*549 ou 55*143*2051
Documentação Exportação
(47) 9654-6501
Nextel 55*143*1381
Importação
(47) 9969-2989
(47) 9911-4116
Nextel 55*87*53676
Financeiro
(47) 9969-2989
(47) 9938-6403
Nextel 55*143*689
Muito obrigado.
Empresas reorganizam rotas para o inverno
Com o objetivo de equilibrar a oferta e a demanda durante a baixa temporada as empresas CMA CGM, CSAV e CSCL juntamente com a Hamburg Süd e a Maersk Line se uniram para fazer os mesmos trajetos entre a Ásia, África do Sul e América do Sul a partir deste mês.
Existem dois serviços semanais que são operados atualmente nesta rota comercial. Assim, no período entre dezembro 2011 e maio de 2012, os navios Asax SEAS operados pela CMA CGM, CSAV e CSCL irão revezar suas operações com os navios ASAS NGX operados pela Hamburg Süd e Maersk Line.
A capacidade atual implantada com essa reestruturação pelas transportadoras serviço permanecerá inalterada e independente.
Conseqüentemente, os serviços oferecidos na Ásia, na África do Sul e na América do Sulserá organizado da seguinte forma:
A Asax SEAS que possuía 11 navios de 6500 Teus e a ASAS NGX que contava com 11 navios de 7100-7450 Teus passarão a operar com 11 navios de 4200-4600 Teus de ambas as operadoras.
A rota permanecerá a mesma: Shanghai – Ningbo – Nansha – Hong Kong – Chiwan – Tanjung Pelepas – Singapura – Durban – Rio de Janeiro – Paranaguá – Itajaí – Santos – Port Elizabeth – Durban – Cingapura – Hong Kong – Shanghai.
O primeiro navio deste novo serviço comum será o Cap vela Jackson e sairá de Xangai em 16 de dezembro.
Esta nova organização vai garantir uma cobertura adequada e tempos de trânsito competitivos para a Ásia, África do Sul e América do Sul. Além de reduzir os prejuízos de transporte dos navios sem suas capacidades completas.
Por: Guia Marítimo
China foca atenção nos mercados emergentes como o Brasil
A China mantém seu alerta aceso sobre os mercados emergentes, em destaque os que compõem o BRICS – Brasil, Rússia, Índia e África do Sul – para manter sua expansão e constante crescimento. A informação é do diretor da CCIBC (Câmara Brasil – China de Comércio e Indústria), Kevin Tang.
“Apesar de hoje a China investir quase metade do valor que recebe de investimentos, a crise faz com que o país busque parceiros estratégicos e inicie o radar para localizar bons negócios para manter seu êxito no crescimento interno”, disse.
De acordo com Tang, os investimentos chineses em 2010 somaram US$ 59 bilhões, enquanto os aportes na China chegaram aos US$ 95 bilhões. “Aquisições de empresas brasileiras tem sido um dos focos das grandes empresas chinesas. Empresários da grande potência asiática preferem comprar empresas com nome e instalações que já dão frutos para expandirem os seus negócios aqui no Brasil.”
O maior negócio até hoje, por meio desta forma, foi feito com a compra de 40% da Repsol pela Sinopec por US$ 7,1 bilhões.
Comércio Exterior
“Dentre os desafios hoje enfrentados no comércio bilateral estão o câmbio, a crise mundial, a complexidade da legislação e tributos brasileiros, a falta de infraestrutura e de mão de obra de qualidade”, explica o diretor da CCIBC.
Hoje o Brasil vende commodities e serviços à China e compra manufaturados e produtos industrializados, fato que remeteria a um déficit comercial, uma vez que os produtos importados contém maior valor agregado do que as matérias primas exportadas. Contudo, a quantidade nas trocas comerciais, ainda, possibilita um superávit para o Brasil.
Com base nas projeções do diretor, o comércio entre os dois países somará US$ 70 bilhões este ano e será de no mínimo US$ 100 bilhões em 2013.
“O Brasil é hoje o sétimo parceiro comercial da China, em 2013 será o quinto. E a China é e permanecerá estável no posto de principal interlocutor de negócios com a potência brasileira.”
Para concluir Tang enfatiza que “para negociar com os chineses e inserirmos mais produtos lá, é necessário ir à China, conversar com os executivos, ir jantar em suas casas, e falar, de preferência a língua deles, ou então o bom e velho inglês universal.”
Karina Nappi



