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01.12.10 - wed
Novo recorde de movimentações em outubro
O Porto de Santos obteve um novo recorde de movimentação em outubro, tendo escoado 9.4 milhões de toneladas no período, valor 22,9% superior ao registrado em outubro de 2009 e 0,79% acima do último recorde, apresentado em agosto. O total acumulado do ano - de 81.2 milhões de toneladas - apresentou alta de 17,8% em relação ao ano anterior. O segmento de contêineres aumentou 28,0% durante o mês, e total acumulado de 2,24 milhões de Teus, com as operações de importação ligeiramente superiores ao movimento total.
Ao todo, o principal porto da América Latina registrou recorde nas operações portuárias em todos os meses do ano até o momento em relação aos períodos correspondentes do ano passo, estabelecendo também as cinco maiores movimentações de sua história somente em 2010. A projeção para o final do ano foi revisada para cima, e está estimada em 96,43 milhões de toneladas - 15,92% superior ao arrecadado em 2009.
Entre as mercadorias transitadas através do complexo, as importações correspondem a 32,4% do total, com incremento de 40,4% até outubro. O carvão aparece como o principal produto exportado, atingindo 3,1 milhões de toneladas e apresentando elevação de 63,5%. Além do carvão, enxofre e trigo são os itens com maior tonelagem operados em Santos.
Por sua vez, o volume exportado no período acumulado teve aumento de 9,3%, com destaque para as movimentações de açúcar (17,4 milhões de toneladas), representando 21,40% do montante enviado para o exterior e com elevação de 23,1% no total acumulado e 43,2% em outubro. As exportações de milho cresceram 48,9%, e as de gasolina, 42,3%.
Por Guia Marítimo
Ao todo, o principal porto da América Latina registrou recorde nas operações portuárias em todos os meses do ano até o momento em relação aos períodos correspondentes do ano passo, estabelecendo também as cinco maiores movimentações de sua história somente em 2010. A projeção para o final do ano foi revisada para cima, e está estimada em 96,43 milhões de toneladas - 15,92% superior ao arrecadado em 2009.
Entre as mercadorias transitadas através do complexo, as importações correspondem a 32,4% do total, com incremento de 40,4% até outubro. O carvão aparece como o principal produto exportado, atingindo 3,1 milhões de toneladas e apresentando elevação de 63,5%. Além do carvão, enxofre e trigo são os itens com maior tonelagem operados em Santos.
Por sua vez, o volume exportado no período acumulado teve aumento de 9,3%, com destaque para as movimentações de açúcar (17,4 milhões de toneladas), representando 21,40% do montante enviado para o exterior e com elevação de 23,1% no total acumulado e 43,2% em outubro. As exportações de milho cresceram 48,9%, e as de gasolina, 42,3%.
Por Guia Marítimo
30.11.10 - tue
LAN compra companhia aérea colombiana Aires
Chilenos se comprometeram a assumir dívidas de US$ 100 milhões. Empresa quer ampliar operações na América Latina.
A chilena LAN - que desenvolve uma fusão com a TAM - fechou a compra de 98,94% da companhia aérea colombiana Aires. No acordo, os chilenos se comprometeram a pagar US$ 12 milhões em dinheiro e vão assumir uma dívida de aproximadamente US$ 100 milhões, em valores líquidos. A finalização do negócio ainda depende da conclusão dos trabalhos de due diligence, que consiste na análise minuciosa dos documentos de uma empresa.
Em comunicado, a companhia do Chile afirma que a transação permitirá ao grupo participar do mercado de passageiros colombiano, um dos maiores na América do Sul. "Dessa forma, a LAN e suas filiais continuarão fortalecendo sua presença na região, ampliando a rede de destinos a seus passageiros", afirma a empresa.
Segundo a LAN, a Aires tem 22% do mercado doméstico colombiano e tem uma frota de 24 aeronaves.
TAM e LAN
A TAM e a LAN anunciaram em 13 de agosto acordo para unir suas operações e formar uma gigante da aviação na região, com faturamento anual de US$ 8,5 bilhões de dólares.
"As companhias aéreas do grupo oferecerão operações de passageiro e carga para mais de 115 destinos em 23 países, provendo transporte de carga em toda a América Latina e em boa parte do mundo. O grupo operará uma frota de mais de 220 aeronaves e terá mais de 40 mil funcionários. Em 2009, as empresas somaram mais de US$ 8,5 bilhões de receita, 45 milhões de passageiros transportados e 832.000 toneladas de carga. Latam estará entre os maiores grupos de companhias aéreas do mundo em termos de tamanho, lucratividade e alcance de mercado", afirmou a TAM em comunicado divulgado em 13 de agosto.
Com informações Valor Online
30.11.10 - tue
Metade das indústrias paulistas compra equipamentos estrangeiros
Com o real valorizado em relação ao dólar, uma em cada duas indústrias paulistas importa máquinas, insumos e até produtos prontos de vários lugares do mundo, principalmente da Ásia. Só este ano, 17% das empresas do setor passaram a trazer mais produtos e equipamentos do exterior, enquanto 3% começaram a importar no período.
Pesquisa inédita da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) indica que 55% das fábricas já se abastecem no exterior, em detrimento do fornecedor local. A entidade ouviu 354 empresas de todos os tipos e tamanhos instaladas no Estado. "Estamos sob efeito de uma constelação de fatores adversos que achata a competitividade e ameaça a produção doméstica", afirma o diretor do departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp, Paulo Francini.
Boa parte das empresas paulistas que recorre ao exterior está em busca de insumos mais baratos. De acordo com o levantamento, 66% das companhias importa, preferencialmente, matérias-primas, 20% trouxe máquinas e equipamentos e 23% importou produtos acabados.
Os porcentuais variam um pouco conforme o porte da empresa. Entre as grandes companhias, o porcentual de empresas que importa máquinas e equipamentos sobe para 34%. Entre as pequenas companhias, acaba sendo mais fácil já trazer o produto pronto do exterior e apenas distribuir. A pesquisa apontou que 29% das pequenas empresas paulistas trazem produtos prontos de fora do País.
Os empresários responsabilizam, entre outros fatores, o real forte pela falta de competitividade do produto nacional. Segundo Francini, o yuan chinês está subvalorizado em 40% em relação ao dólar, enquanto o real estaria sobrevalorizado em 42%. "Não tem eficiência produtiva que seja capaz de vencer o desafio de produzir por metade do valor", argumenta o executivo.
Polêmica
Mas a questão não é simples. Para o ex-ministro Mailson da Nóbrega, a taxa de câmbio piora a situação, mas não é a causa da desvantagem brasileira. "A questão sobre o câmbio é uma medida escapista", diz Mailson. "Ela desvia a atenção do problema central, que são as condições desiguais de infraestrutura, sistema tributário, legislação trabalhista e taxa de juros."
O economista Eduardo Giannetti da Fonseca afirma que a maneira certa de lidar com o câmbio forte não é protegendo a indústria, mas melhorando a competitividade. "Há muita coisa que podemos fazer aqui dentro para reduzir o custo em dólar do que é produzido no Brasil".
Ele sugere reduzir os tributos sobre a folha de pagamento. "É um peso maior do que o do câmbio sobrevalorizado", avalia. "Se reduzíssemos esses tributos, nem que seja substituindo-os por outros que não incidem sobre custo de produção, vamos dar uma enorme ajuda à indústria nesse momento difícil."
Fonte: Agência Estado.



