13.09.11 - tue

Operações não têm previsão para volta em Itajaí

Operações não têm previsão para volta em Itajaí

Atividades dependem de nível do Rio Itajaí-Açu.


As operações no Porto de Itajaí, que estão suspensas desde quinta-feira passada, não têm previsão para retomada, segundo informações do próprio Porto. As atividades foram interrompidas devido ao fechamento da barra em decorrência da forte correnteza do Rio Itajaí-Açu. O terminal encontra-se instalado à foz do rio homônimo, que é responsável pelo escoamento da água das enchentes que estão atingindo a região do Vale do Itajaí.

De acordo com a Autoridade Portuária de Itajaí e a APM Terminals Itajaí já foi possível constatar, após redução nos volumes de águas do Rio Itajaí-Açu, um recalque no berço 01, construído pela APMT e que entrou em operações no segundo semestre de 2009. As informações são de que a empresa concessionária do berço e a Superintendência do Porto darão início imediato a um minucioso estudo para avaliar os danos causados.

O Porto também informou que os berços de atracação do Porto Público, APMT, Portonave e demais terminais privativos instalados estão em plenas condições operacionais, podendo iniciar suas operações assim que a atividade de navegação for liberada no rio Itajaí-Açu, após estudo de batimetria que o porto pretende realizar nesta semana.

Segundo a Autoridade Portuári, os prejuízos da suspensão das operações não foram quantificados e a maioria das embarcações, destinadas a atracar em Itajaí, estão aguardando a melhora das condições climáticas para seguir com as operações.


Por Guia Marítimo

12.09.11 - mon

Infraestrutura brasileira piora pelo 2º ano seguido

Infraestrutura brasileira piora pelo 2º ano seguido

País despencou 20 posições no ranking global de competitividade do Fórum Econômico Mundial, de 84º para 104º lugar

A qualidade da infraestrutura brasileira piorou em relação ao resto do mundo pelo segundo ano consecutivo. Desta vez, no entanto, o País despencou 20 posições no ranking global de competitividade do Fórum Econômico Mundial, de 84º para 104º lugar. Em 2010, já havia perdido três colocações por causa da lentidão do governo para tirar projetos importantes do papel.

A tendência não é nada animadora. Na avaliação de especialistas, com a paralisia verificada em algumas áreas este ano a situação tende a piorar. É o caso da malha rodoviária. No ranking mundial elaborado com base na opinião de cerca de 200 empresários nacionais e estrangeiros, a qualidade das estradas brasileiras caiu 13 posições e está entre as 25 piores estruturas dos 142 países analisados.

A preocupação é que, depois dos escândalos de corrupção no Ministério dos Transportes, muitas obras estão paralisadas. Segundo dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), foram suspensos 41 editais, que estão sendo liberados de acordo com a prioridade do ministério.

O órgão destaca, entretanto, que esses processos estavam em diferentes estágios, alguns na fase anterior à abertura das propostas. Apesar disso, afirma que conseguiu executar R$ 1,2 bilhão em agosto. Mas será preciso bem mais energia para melhorar a posição no ranking mundial, avalia o consultor para logística e infraestrutura da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Luiz Antonio Fayet.


Por Portos e Navios

12.09.11 - mon

Navios devem usar Itapoá como local alternativo para operações


O navio Maersk Danville, previsto para atracar no complexo portuário de Itajaí, precisou migrar suas operações para o Porto de Itapoá, devido o fechamento da barra na foz do Rio Itajaí-Açu. Esse é o terceiro navio da Maersk Line a atracar em Itapoá.

Apesar de estar na região norte de Santa Catarina, com alto índice de precipitação, a Baía da Babitonga tem um dos menores índices de fechamento de barra entre os portos brasileiros. Então, é raro que os terminais de Itapoá e São Francisco do Sul fiquem inoperantes devido às condições climáticas.

Nos próximos dias, a expectativa é de que outros navios migrem as operações para o Porto de Itapoá, tanto aqueles que deveriam atracar na região de Itajaí como em Paranaguá. As alterações na rota das embarcações devem permanecer enquanto durar as condições climáticas desfavoráveis nesses portos.

Por: Guia Marítimo.

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