03.10.11 - mon

Delegação alemã busca parcerias no Brasil

Grupo de empresários estará na Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo para participar de uma rodada de negócios..Leia mais
Uma rodada de negócios hoje, na Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo, reunirá empresários brasileiros e uma delegação de 16 empresários alemães de diversos setores, como produção de corantes, fabricação de leds, gestão de cadeia logística e tecnologia ambiental. Chefiado pelo Primeiro-Ministro Baixa Saxônia, David McAllister, o grupo do Estado da Baixa Saxônia vem ao Brasil para explorar novas oportunidades de negócios – distribuição, representação comercial, joint-ventures e até mesmo fornecimento de matérias-primas.
A delegação é formada, principalmente, por representes de companhias de pequeno e médio portes. Este é o segundo grupo daquele Estado que a Câmara recebe. “O fato de recebermos uma segunda delegação da Baixa Saxônia este ano revela o bom momento pelo qual a economia brasileira passa, oferecendo potencial para expansão de novos negócios às empresas interessadas”, declarou Weber Porto, Presidente da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo. Em março, um grupo chefiado por Jörg Bode, Ministro da Economia, Trabalho e Transporte da Baixa Saxônia, já havia visitado o País.
Panorama
A Baixa Saxônia, cuja capital é Hannover, é um dos estados mais importantes da Alemanha, com cerca de 8 milhões de habitantes e infraestrutura moderna, integrando autoestradas, ferrovias, vias fluviais e aeroportos. Um projeto de grandes dimensões com o qual aquele governo está envolvido é o terminal de contêineres de JadeWeser Port, em Wilhelmshaven. Com previsão para ser inaugurado em agosto de 2012, ele deverá ser o terminal mais moderno do mundo. Sua construção visa desafogar os portos de Hamburgo e Bremen.
O território da Baixa Saxônia abriga a sede da Volkswagen (na cidade de Wolfsburg) e da fábrica de pneus Continental. Em 2010, a região exportou € 736 milhões para o Brasil e recebeu € 1,416 bilhão em produtos brasileiros. O Brasil exporta principalmente alimentos e rações (36,5%), automóveis e autopeças (14%), e recebe da Baixa Saxônia máquinas (22%), automóveis e autopeças (24%), além de produtos químicos (10%).


Por: Guia marítimo.

29.09.11 - thu

Secex lança manual sobre Proex

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) lançou o Manual sobre o Programa de Financiamento às Exportações (Proex), que é um dos principais instrumentos do governo federal disponíveis para o financiamento às exportações brasileiras de bens e serviços de micro e pequenas empresas.

O manual informa sobre os aspectos mais importantes do programa, os produtos elegíveis e os prazos de financiamento, além de apresentar um passo a passo para a realização das operações. As orientações foram um dos temas tratados na última reunião do membros do Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações (Cofig).

O Proex concede financiamento direto ao exportador brasileiro, que recebe o valor da exportação à vista, o que permite ao importador ter prazo para o pagamento da transação. O Banco do Brasil é o agente financeiro do programa que atende empresas exportadoras com faturamento bruto anual de até R$ 600 milhões.

Com exceção das commodities, diversos bens estão contemplados entre os itens elegíveis do Proex, abrangendo quase todo o restante da pauta de exportações. Diferentes serviços também podem ser apoiados pelo programa, como, por exemplo, serviços de manutenção e reparação de máquinas e equipamentos, contabilidade, consultoria e serviços jurídicos.

O Proex permite maior rapidez na aprovação do financiamento pelo Banco do Brasil, sendo que não há limite mínimo de valor ou de quantidade de mercadoria por operação ou embarque. A eventual desistência de operação aprovada no Proex também não gera ônus para o exportador. Além disto, as exportações de bens podem ser negociadas em qualquer condição de venda (Incoterm) praticada no comércio internacional.

Para saber mais sobre o Proex, basta procurar uma agência do Banco do Brasil e, para obter informações mais detalhadas, é indicado entrar em contato com uma das 18 Gerências Regionais de Apoio ao Comércio Exterior do Banco do Brasil (Gecex). Os endereços e telefones de contatos estão disponíveis no manual.

Por: Guia marítimo

 

29.09.11 - thu

Secex publica duas novas portarias


A Secretaria de Comércio Exterior do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) alterou a alterou a Portaria nº 23, de 14 de julho de 2011 por meio de outra portaria, a nº 32 de 21/09/2011, que trata do ato concessório de drawback. De acordo com a medida, agora, o pedido de ato concessório de drawback será analisado no prazo máximo de 30 dias, contados a partir da data do registro no Siscomex se na modalidade suspensão, ou da apresentação de pedido de ato concessório no Banco do Brasil S.A., quando na modalidade isenção, desde que apresentado de forma adequada e completa. A regra prevê, também, que para habilitação ao regime de drawback integrado isenção, além do preenchimento dos documentos previstos no artigo 83, as empresas preencherão os relatórios constantes do Anexo XIV, identificando os documentos eletrônicos registrados no Siscomex relativos às operações de importação e exportação, bem como as notas fiscais de venda e as de aquisição no mercado interno vinculadas ao regime.

A Secex publicou, ainda, a Portaria nº 34 de 23/09/2011, que dispõe sobre procedimentos relativos à emissão de provas de origem no âmbito do Sistema Geral de Preferências, que constitui um programa de benefícios tarifários concedidos pelos países industrializados aos países em desenvolvimento, na forma de redução ou isenção do imposto de importação incidente sobre determinados produtos.

Por: Guia marítimo

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