04.10.11 - tue

Porto de Itapoá, em Santa Catarina, é liberado

Tráfego de caminhões de contêineres com destino ao terminal é liberado..

No dia 28 de setembro foi emitida pelo Ibama a nova retificação da Licença de Operação do Porto Itapoá, Nº 1030/2011, que libera de forma irrestrita o tráfego de caminhões de contêineres com destino e/ou origem do terminal.

Em junho deste ano, a licença emitida pelo órgão limitava o fluxo de caminhões ao número de 36 unidades por dia, até que as condições de tráfego da SC-415 estivessem liberadas.

Entretanto, após inspeção ao terminal e vias de acesso ao Porto Itapoá, realizada no mês de agosto, analistas ambientais do Instituto verificaram que as melhorias que estão sendo realizadas na cidade, bem como o atual estágio nas obras da SC-415, permitirão que o fluxo de veículos ao Porto Itapoá possa ser ampliado.

O Porto acredita que a partir deste momento haverá um aumento na movimentação, que estará sempre alinhado com a evolução das obras desenvolvidas no perímetro urbano de Itapoá, e na SC-415 que, neste momento, já apresenta condições de tráfego, inclusive sendo utilizada por caminhões que chegam ao terminal.

Vale destacar que o Porto Itapoá continuará trabalhando junto ao Ibama no acompanhamento e monitoramento de todos os estágios das obras que dão acesso ao terminal, bem como dos programas sociais e ambientais desenvolvidos na cidade.

Por: Guia marítimo.


 

03.10.11 - mon

Senado americano deve impor tarifas a produtos chineses

Projeto de lei deve ser votado na segunda-feira pelo Senado dos EUA, mas enfrenta resistência do governo Obama..Leia mais
Americanos acusam a China de manter câmbio desvalorizado, levando a um enorme déficit nas relações comerciais com os EUA
O Brasil, que elevou os impostos sobre os carros importados, terá um forte aliado na queda de braço contra a invasão de produtos vindos da China.
Hoje, o Congresso americano deve passar um projeto de lei que impõe tarifas maiores sobre os produtos chineses para compensar a vantagem competitiva que o país asiático acaba levando no comércio internacional ao manter a sua moeda desvalorizada.
A agência de notícas oficial da China, porém, já fez duras críticas à intenção do Congersso americano de sobretaxar os produtos exportados pelo país.
Segundo o site de notícias da CNBC, depois de anos de tentativas, o Congresso está tomando medidas para retaliar o que muitos analistas acreditam ser uma manipulação chinesa do câmbio para que os seus produtos sejam exportados para os Estados Unidos a preços mais baixos do que os produtos vendidos pelos Estados Unidos ao país asiático.
Pequim nega que sua taxa de câmbio seja responsável pelo enorme déficit na balança comercial entre a China e os Estados Unidos. Mas não se sabe ainda, segundo a CNBC, se os legisladores americanos manterão a vontade política de prosseguir com a retaliação contra a China, informa o site americano.
O projeto de lei do Senado possui apoio dos democratas e republicanos e deve ser votado na segunda-feira. Mas um lobby intenso por parte das multinacionais americanas e das associações de classe às quais elas pertencem pode trazer problemas.
O projeto também não agrada o governo Obama, assim como não agradava a administração Bush. O governo acredita que o caminho da diplomacia silenciosa é a melhor alternativa para influenciar a política chinesa. E a imposição de penalidades pode levar a uma destrutiva disputa comercial, alerta o governo.
Uma carta endereçada aos líderes do Senado e assinada por mais de 50 grupos multinacionais americanos alerta para o fato de que uma ação unilateral contra a China poderá levar a uma retaliação do país às exportações americanas.
Segundo os grupos que se opõem à medida, a taxação possivelmente viola as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e deve ter pouco impacto na criação de empregos, já que outros países com baixo de custo de manufatura devem ocupar o espaço das importações chinesas caso os produtos vindos do país asiático passem a custar mais caro.


Por: Guia marítimo

03.10.11 - mon

Dilma libera R$ 1,95 bilhão para elevar exportação

Os recursos serão repassados pelo Tesouro Nacional e o Ministério da Fazenda em três parcelas de R$ 650 milhões..Leia mais
A presidente Dilma Rousseff autorizou a liberação de R$ 1,95 bilhão para os estados, o Distrito Federal e os municípios. O objetivo é estimular e incentivar as exportações no país. A decisão está contida na Medida Provisória (MP) 546, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (30), Seção 1 página 6.
Os recursos serão repassados pelo Tesouro Nacional e o Ministério da Fazenda em três parcelas de R$ 650 milhões até o último dia útil dos meses de outubro, novembro e dezembro. Do total, os estados ficarão com 75% e os 25% restantes serão repassados aos municípios.
O texto estabelece ainda que o Ministério da Fazenda poderá definir regras de prestação de informação pelos estados e pelo Distrito Federal sobre a manutenção e o aproveitamento de crédito pelos exportadores.
Pelo decreto, a divisão do dinheiro para os municípios seguirá os critérios de participação na distribuição da parcela do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) com os respectivos estados ao longo deste ano. Os recursos serão entregues uma vez por mês até dezembro, por meio de crédito em moeda corrente depositado em conta bancária.
A decisão da presidente ocorre no momento em que ela destaca sua preocupação com os impactos da crise econômica internacional no Brasil. Segundo Dilma, não há país imune aos efeitos da crise, mas o governo brasileiro se empenha para evitar prejuízos.
Um dos esforços, de acordo com a presidente, é o estímulo à indústria nacional, a com geração de emprego e renda. Para ela, os estrangeiros que quiserem investir no Brasil terão apoio desde que garantam a abertura de novas vagas de trabalho e geração de renda no país.


Fonte: Agência Brasil

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