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Preços das importações nos EUA sobem 0,3% em setembro
O resultado contrariou a estimativa dos economistas ouvidos pela Dow Jones de queda mensal de 0,3%. Em relação a setembro do ano passado, os preços das importações subiram 13,4%. Os preços das importações de petróleo aumentaram 0,3% no mês em setembro e 45,9% no ano. Excluindo petróleo, os preços das importações totais cresceram 0,2% em comparação com agosto.
O custo de materiais e suprimentos industriais importados subiu 0,3% em setembro ante agosto, o maior avanço desde abril, enquanto os custos de alimentos e bebidas aumentou 0,5%.
Os preços das importações da China foram 0,2% mais altos em setembro do que em agosto e 3,8% mais altos do que em setembro do ano passado. Os preços de produtos da União Europeia aumentaram 0,1% no mês e os do Japão e do México ficaram estáveis na mesma comparação. As informações são da Dow Jones.
Por: Guia marítimo
Portos do país movimentaram 2,45 milhões de contêineres no 1º semestre
Em 2010, o Brasil movimentou 4,79 milhões de contêineres. Se a previsão da Abratec se confirmar, significa que este ano o país poderá movimentar o recorde de 5,27 milhões de contêineres, usados no comércio exterior para transportar produtos de maior valor agregado. Sérgio Salomão, presidente da Abratec, disse que o crescimento será sustentado pelas operações de transbordo e de cabotagem, além da navegação de longo curso. O transbordo consiste em transferir cargas de navios maiores para navios menores, utilizados na navegação costeira, a cabotagem.
Um empresário do setor disse que o crescimento do primeiro semestre foi mais forte porque a base de comparação, no mesmo período do ano anterior, era baixa. Mas previu que o crescimento no segundo semestre será mais lento porque os volumes movimentados no mesmo período de 2010 foram mais altos. "Crescer 10% em um ano de crise é espetacular", afirmou.
Governo quer estimular exportações em 14 Estados
Metade de tudo o que o Brasil exporta sai de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O desafio é fazer com que um número maior de estados contribua mais com a balança comercial do País. Como potencial para tanto não falta, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) lançou, este ano, o Plano Nacional da Cultura Exportadora.
O projeto envolve 14 unidades da federação que, sozinhas, não respondem nem por 1% do que o Brasil vende para o mundo. Falta do que oferecer aos estrangeiros? Não. Digamos que apenas um empurrãozinho seja necessário para que mais produtos nacionais ganhem o exterior. Principalmente a partir das pequenas e médias empresas.
Produtos esses que sairão exatamente dos estados participantes da iniciativa. São eles: Ceará, com 0,63% das vendas externas brasileiras em 2010, Amazonas (0,55%), Pernambuco (0,55%), Alagoas (0,48%), Rondônia (0,21%), Amapá (0,17%), Tocantins (0,17%), Rio Grande do Norte (0,14%), Paraíba (0,11%), Distrito Federal (0,08%), Piauí (0,06%), Sergipe (0,04%), Acre (0,01%) e Roraima (0,01%).
“A meta do Plano Nacional da Cultura Exportadora é aumentar e qualificar a base exportadora do País”, explica a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres. “Vamos estruturar uma política de comércio exterior em cada um desses estados a partir de objetivos estratégicos”, afirma.
Em linhas gerais, a ideia é que cada estado avalie as suas possibilidades de participação no mercado externo, realize pesquisas, mapeamentos diversos e estabeleça ações de crescimento nesse sentido, sempre sob a coordenação do ministério e com o suporte de um órgão local. A partir daí devem ganhar fôlego projetos de apoio e fomento a novas tecnologias e setores potenciais, com a posterior participação em missões comerciais, feiras e rodadas de negócios, entre outras possibilidades.
Por: Guia marítimo



