17.10.11 - mon

Preços das importações nos EUA sobem 0,3% em setembro

Os preços das importações subiram nos EUA em setembro, em meio aos maiores custos do petróleo e dos alimentos, apontando para pressões inflacionárias que podem limitar a capacidade do Federal Reserve de fornecer estímulo à frágil economia do país. A alta foi de 0,3% em comparação com agosto, a maior desde abril, segundo dados do Departamento do Trabalho.
O resultado contrariou a estimativa dos economistas ouvidos pela Dow Jones de queda mensal de 0,3%. Em relação a setembro do ano passado, os preços das importações subiram 13,4%. Os preços das importações de petróleo aumentaram 0,3% no mês em setembro e 45,9% no ano. Excluindo petróleo, os preços das importações totais cresceram 0,2% em comparação com agosto.
O custo de materiais e suprimentos industriais importados subiu 0,3% em setembro ante agosto, o maior avanço desde abril, enquanto os custos de alimentos e bebidas aumentou 0,5%.
Os preços das importações da China foram 0,2% mais altos em setembro do que em agosto e 3,8% mais altos do que em setembro do ano passado. Os preços de produtos da União Europeia aumentaram 0,1% no mês e os do Japão e do México ficaram estáveis na mesma comparação. As informações são da Dow Jones.
Por: Guia marítimo
17.10.11 - mon

Portos do país movimentaram 2,45 milhões de contêineres no 1º semestre

Os portos brasileiros movimentaram 2,45 milhões de contêineres no primeiro semestre de 2011, movimento liderado pelo porto de Santos, com 891,7 mil unidades, seguido de Itajaí, com 289 mil; Rio Grande, 195,8 mil e Paranaguá, 197,2 mil. Os números são da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec). A entidade mantém a previsão de que o Brasil deve fechar 2011 com mais de 5 milhões de contêineres movimentados, com alta de 10% sobre o ano passado.
Em 2010, o Brasil movimentou 4,79 milhões de contêineres. Se a previsão da Abratec se confirmar, significa que este ano o país poderá movimentar o recorde de 5,27 milhões de contêineres, usados no comércio exterior para transportar produtos de maior valor agregado. Sérgio Salomão, presidente da Abratec, disse que o crescimento será sustentado pelas operações de transbordo e de cabotagem, além da navegação de longo curso. O transbordo consiste em transferir cargas de navios maiores para navios menores, utilizados na navegação costeira, a cabotagem.
Um empresário do setor disse que o crescimento do primeiro semestre foi mais forte porque a base de comparação, no mesmo período do ano anterior, era baixa. Mas previu que o crescimento no segundo semestre será mais lento porque os volumes movimentados no mesmo período de 2010 foram mais altos. "Crescer 10% em um ano de crise é espetacular", afirmou.
14.10.11 - fri

Governo quer estimular exportações em 14 Estados

Metade de tudo o que o Brasil exporta sai de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O desafio é fazer com que um número maior de estados contribua mais com a balança comercial do País. Como potencial para tanto não falta, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) lançou, este ano, o Plano Nacional da Cultura Exportadora.

O projeto envolve 14 unidades da federação que, sozinhas, não respondem nem por 1% do que o Brasil vende para o mundo. Falta do que oferecer aos estrangeiros? Não. Digamos que apenas um empurrãozinho seja necessário para que mais produtos nacionais ganhem o exterior. Principalmente a partir das pequenas e médias empresas.

Produtos esses que sairão exatamente dos estados participantes da iniciativa. São eles: Ceará, com 0,63% das vendas externas brasileiras em 2010, Amazonas (0,55%), Pernambuco (0,55%), Alagoas (0,48%), Rondônia (0,21%), Amapá (0,17%), Tocantins (0,17%), Rio Grande do Norte (0,14%), Paraíba (0,11%), Distrito Federal (0,08%), Piauí (0,06%), Sergipe (0,04%), Acre (0,01%) e Roraima (0,01%).

“A meta do Plano Nacional da Cultura Exportadora é aumentar e qualificar a base exportadora do País”, explica a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres. “Vamos estruturar uma política de comércio exterior em cada um desses estados a partir de objetivos estratégicos”, afirma.

Em linhas gerais, a ideia é que cada estado avalie as suas possibilidades de participação no mercado externo, realize pesquisas, mapeamentos diversos e estabeleça ações de crescimento nesse sentido, sempre sob a coordenação do ministério e com o suporte de um órgão local. A partir daí devem ganhar fôlego projetos de apoio e fomento a novas tecnologias e setores potenciais, com a posterior participação em missões comerciais, feiras e rodadas de negócios, entre outras possibilidades.

Por: Guia marítimo


 

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