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News Archive: may - 2010
20.05.10 - thu
Movimento de contêineres no Porto de Xangai cresce 17%
A movimentação de contêineres no Porto de Xangai cresceu 17%, para 8,9 milhões de Teus (unidade equivalente a um equipamento de 20 pés), nos primeiros quatro meses do ano, em relação aos 7,6 milhões de Teus registrados no mesmo período do ano passado.
Apesar do montante computado, a performance do porto permaneceu um pouco abaixo dos níveis de crescimento do país. Segundo o Ministério de Transportes, no período de janeiro a abril os principais portos chineses tiveram incremento de 20% nas movimentações de carga, em relação ao mesmo período do ano passado.
Os principais portos do país movimentaram 2,4 bilhões de toneladas de carga, em comparação com 1,9 bilhão de toneladas do ano passado. Deste total, os portos internacionais movimentaram 1,7 bilhão de toneladas de carga, um crescimento de 21% em relação a 1,4 bilhão de toneladas de carga do ano anterior.
O movimento interno dos portos chineses cresceu 18,6%, passando de 629,8 milhões de toneladas para 747 milhões de toneladas. O crescimento do tráfego de contêineres foi um pouco maior: 22,4%, para 43,7 milhões de Teus, ante 35,7 milhões de Teus no período anterior.
Apesar do montante computado, a performance do porto permaneceu um pouco abaixo dos níveis de crescimento do país. Segundo o Ministério de Transportes, no período de janeiro a abril os principais portos chineses tiveram incremento de 20% nas movimentações de carga, em relação ao mesmo período do ano passado.
Os principais portos do país movimentaram 2,4 bilhões de toneladas de carga, em comparação com 1,9 bilhão de toneladas do ano passado. Deste total, os portos internacionais movimentaram 1,7 bilhão de toneladas de carga, um crescimento de 21% em relação a 1,4 bilhão de toneladas de carga do ano anterior.
O movimento interno dos portos chineses cresceu 18,6%, passando de 629,8 milhões de toneladas para 747 milhões de toneladas. O crescimento do tráfego de contêineres foi um pouco maior: 22,4%, para 43,7 milhões de Teus, ante 35,7 milhões de Teus no período anterior.
19.05.10 - wed
EUA viram eixo de preocupações do governo Lula
Sem se manifestar desde que deixou o Irã na segunda-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ontem tempo para "amadurecer as reações" em torno do acordo com os iranianos (e os turcos) antes de se pronunciar.
O presidente tem dito a seus assessores mais próximos que sabe perfeitamente o alto teor de polêmica contido no acordo Irã/Brasil/Turquia. Por isso, qualquer pronunciamento acrescentaria gasolina ao incêndio, o que não interessa ao governo brasileiro.
O eixo das preocupações do Palácio do Planalto passou a ser, surpreendentemente, os Estados Unidos e sua reação.
Lula comenta também com os seus auxiliares mais diretos que percebeu já em meados do ano passado, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, que nenhum dos membros permanentes do Conselho de Segurança estava conversando com o Irã.
Ele próprio teve, na ocasião, um encontro com Ahmedinejad, no qual sentiu que havia espaço para uma negociação. Intuitivo como é e convencido de que sua experiência de negociador no movimento sindical lhe daria uma boa chance de intervir no caso levou-o ao intenso trabalho que culminou na segunda-feira.
Mas culminou absolutamente de acordo com os princípios que seu colega Barack Obama lhe transmitira por carta faz três semanas.
A reação dos EUA fez a diplomacia brasileira entender que os princípios valiam para um acordo que fosse fechado seis meses atrás, não agora. Há seis meses, pouco mais ou menos, deu-se a primeira rodada de negociações entre o P5+1 e o Irã, que não foi a lugar algum.
É possível que a resistência americana, agora, se deva ao cálculo que se faz nos EUA de que o Irã aumentou o seu estoque de urânio, o que tornaria a quantia acertada no acordo de segunda insuficiente para impedir o país de continuar com o programa que os ocidentais acreditam ser de fins militares.
O Brasil considera de todo modo que a hipótese de sanções tornou-se inviável. "Eles [os EUA] vão se dar mal, se tentarem o caminho das sanções", disse o assessor presidencial Marco Aurélio Garcia. Acrescentou: "Seria moral e politicamente inaceitável".
Ele diz, também, que o dueto proposto pela secretária de Estado Hllary Clinton (negociações mas também sanções) é impraticável: "Se houver sanções, não haverá negociação. O Irã é um país muito importante para se submeter".
Nesse contexto todo, fica fácil entender porque Lula prefere deixar amadurecer o cenário antes de falar ele próprio
O presidente tem dito a seus assessores mais próximos que sabe perfeitamente o alto teor de polêmica contido no acordo Irã/Brasil/Turquia. Por isso, qualquer pronunciamento acrescentaria gasolina ao incêndio, o que não interessa ao governo brasileiro.
O eixo das preocupações do Palácio do Planalto passou a ser, surpreendentemente, os Estados Unidos e sua reação.
Lula comenta também com os seus auxiliares mais diretos que percebeu já em meados do ano passado, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, que nenhum dos membros permanentes do Conselho de Segurança estava conversando com o Irã.
Ele próprio teve, na ocasião, um encontro com Ahmedinejad, no qual sentiu que havia espaço para uma negociação. Intuitivo como é e convencido de que sua experiência de negociador no movimento sindical lhe daria uma boa chance de intervir no caso levou-o ao intenso trabalho que culminou na segunda-feira.
Mas culminou absolutamente de acordo com os princípios que seu colega Barack Obama lhe transmitira por carta faz três semanas.
A reação dos EUA fez a diplomacia brasileira entender que os princípios valiam para um acordo que fosse fechado seis meses atrás, não agora. Há seis meses, pouco mais ou menos, deu-se a primeira rodada de negociações entre o P5+1 e o Irã, que não foi a lugar algum.
É possível que a resistência americana, agora, se deva ao cálculo que se faz nos EUA de que o Irã aumentou o seu estoque de urânio, o que tornaria a quantia acertada no acordo de segunda insuficiente para impedir o país de continuar com o programa que os ocidentais acreditam ser de fins militares.
O Brasil considera de todo modo que a hipótese de sanções tornou-se inviável. "Eles [os EUA] vão se dar mal, se tentarem o caminho das sanções", disse o assessor presidencial Marco Aurélio Garcia. Acrescentou: "Seria moral e politicamente inaceitável".
Ele diz, também, que o dueto proposto pela secretária de Estado Hllary Clinton (negociações mas também sanções) é impraticável: "Se houver sanções, não haverá negociação. O Irã é um país muito importante para se submeter".
Nesse contexto todo, fica fácil entender porque Lula prefere deixar amadurecer o cenário antes de falar ele próprio
19.05.10 - wed
Produtos Brasileiros despertam interesse no exterior
O posicionamento do Brasil frente a crise financeira tem aberto portas para os empresários brasileiros, afirmam entidades ligadas ao setor. De acordo com a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), o crescente mercado interno do País e a quebra nas barreiras financeiras enfrentadas pela crise abrem oportunidades para que empresas brasileiras possam aumentar o fornecimento de produtos ao mercado externo.
Estudo da Agência Brasileira de Promoção das Exportações (Apex-Brasil) destaca os setores, como alimentos, construção civil, móveis, têxtil e vestuário e máquinas e equipamentos, que possuem maior sucesso no mercado internacional.
Segundo o analista da área de inteligência comercial da Apex, João Pimenta, que apresentou o levantamento, as empresas que pretendem ingressar nesse mercado devem criar suas estratégias de acordo com o público.
Dentre os eventos que acontecem para ampliar as relações comerciais do Brasil com o mundo está a Feira Internacional de Luanda, em Angola, que ocorrerá de 20 a 25 de julho.
A Apex está organizando o pavilhão do Brasil no evento. Em 2009, as 43 empresas brasileiras participantes realizaram negócios da ordem de 31 milhões de dólares. O diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Médico-Hospitalares e Odontológicas (Abimo), Hely Maestrello, afirmou que os negócios após o destaque do Brasil tem sido maiores e mais lucrativos.
"As empresas de outros países começaram a ver o Brasil como uma nação que produz mais do que alimentos, que tem tecnologia de ponta e qualidade nos produtos e serviços oferecidos", pontuou.
Segundo Maestrello, durante a participação das sete empresas brasileiras na 63ª China International Medical Equipment Fair, o principal encontro setorial do país, foram fechados 567 contratos com um movimento de US$ 38 mil, e, para os próximos 12 meses, a expectativa é de alcançarem US$ 1,4 milhão.
Dando continuidade ao Projeto Comprador, a Câmara Árabe pelo 2º ano consecutivo, organizou uma Rodada de Negócios Internacional entre exportadores brasileiros e importadores árabes. Conforme explicou a gerente de comércio exterior, Kika Barros, o evento possibilita que os empresários entrem no mercado do Oriente Médio sem os custos das viagens e participações em feiras internacionais, além de abrir portas com maior facilidade, uma vez que somente são aceitos parceiros previamente indicados.
"Diversas empresas vieram negociar com os três maiores distribuidores do Oriente Médio, dentre eles, tivemos a JBS, Garoto, Pepsi do Brasil, Cargil, Bigfrango, Gomes da Costa. As empresas já projetaram contratos de US$ 2,4 milhões de imediato e mais US$ 6 milhões nos próximos 12 meses. As empresas brasileiras não teriam acesso a este nível de empresários, pois são pessoas que só atendem com indicação, no qual entra a Câmara, auxiliando e facilitando as negociações", ponderou Barros.
Estudo da Agência Brasileira de Promoção das Exportações (Apex-Brasil) destaca os setores, como alimentos, construção civil, móveis, têxtil e vestuário e máquinas e equipamentos, que possuem maior sucesso no mercado internacional.
Segundo o analista da área de inteligência comercial da Apex, João Pimenta, que apresentou o levantamento, as empresas que pretendem ingressar nesse mercado devem criar suas estratégias de acordo com o público.
Dentre os eventos que acontecem para ampliar as relações comerciais do Brasil com o mundo está a Feira Internacional de Luanda, em Angola, que ocorrerá de 20 a 25 de julho.
A Apex está organizando o pavilhão do Brasil no evento. Em 2009, as 43 empresas brasileiras participantes realizaram negócios da ordem de 31 milhões de dólares. O diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Médico-Hospitalares e Odontológicas (Abimo), Hely Maestrello, afirmou que os negócios após o destaque do Brasil tem sido maiores e mais lucrativos.
"As empresas de outros países começaram a ver o Brasil como uma nação que produz mais do que alimentos, que tem tecnologia de ponta e qualidade nos produtos e serviços oferecidos", pontuou.
Segundo Maestrello, durante a participação das sete empresas brasileiras na 63ª China International Medical Equipment Fair, o principal encontro setorial do país, foram fechados 567 contratos com um movimento de US$ 38 mil, e, para os próximos 12 meses, a expectativa é de alcançarem US$ 1,4 milhão.
Dando continuidade ao Projeto Comprador, a Câmara Árabe pelo 2º ano consecutivo, organizou uma Rodada de Negócios Internacional entre exportadores brasileiros e importadores árabes. Conforme explicou a gerente de comércio exterior, Kika Barros, o evento possibilita que os empresários entrem no mercado do Oriente Médio sem os custos das viagens e participações em feiras internacionais, além de abrir portas com maior facilidade, uma vez que somente são aceitos parceiros previamente indicados.
"Diversas empresas vieram negociar com os três maiores distribuidores do Oriente Médio, dentre eles, tivemos a JBS, Garoto, Pepsi do Brasil, Cargil, Bigfrango, Gomes da Costa. As empresas já projetaram contratos de US$ 2,4 milhões de imediato e mais US$ 6 milhões nos próximos 12 meses. As empresas brasileiras não teriam acesso a este nível de empresários, pois são pessoas que só atendem com indicação, no qual entra a Câmara, auxiliando e facilitando as negociações", ponderou Barros.



