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News Archive: october - 2009
28.10.09 - wed
Lan fará Rio–Santiago direto a partir de janeiro
A partir de 1º de janeiro, a Lan iniciará uma operação de quatro
frequências semanais entre o Rio de Janeiro (Galeão) e Santiago, no Chile. O voo
será direto, e o equipamento escolhido para a operação é o Airbus A320.
A aeronave partirá do Rio quinta, sexta, sábado e domingo, às 19h40, e chegará em Santiago às 23h20. Na volta, parte da capital chilena às 13h40 e pousa na Cidade Maravilhosa às 18h45.
A companhia está oferecendo uma tarifa especial para marcar o lançamento do voo. O benefício é válido para compras até 2 de novembro, e o pagamento pode ser feito em até cinco vezes, sem entrada.
A aeronave partirá do Rio quinta, sexta, sábado e domingo, às 19h40, e chegará em Santiago às 23h20. Na volta, parte da capital chilena às 13h40 e pousa na Cidade Maravilhosa às 18h45.
A companhia está oferecendo uma tarifa especial para marcar o lançamento do voo. O benefício é válido para compras até 2 de novembro, e o pagamento pode ser feito em até cinco vezes, sem entrada.
fonte:netmarinha
28.10.09 - wed
Star Alliance chega hoje a 25 aéreas com Continental
“Quando você viaja de econômica em uma companhia aérea, o que mais
deseja é o upgrade para a primeira classe.
A Continental consegue fazer isso hoje. Seu upgrade para a maior e melhor aliança da aviação mundial”, disse o presidente e COO da Continental Airlines, Jeff Smisek, agora, na coletiva de imprensa que marca a entrada da companhia aérea na Star Alliance. Neste momento, executivos da Continental, entre eles Smisek, eleito CEO da companhia aérea a partir de janeiro, e Larry Kellner, o atual CEO, dirigem-se para o Aeroporto de Newark, onde CEOs de outras aéreas da aliança, bem com o presidente da Star Alliance, Jaan Albrecht, participam da cerimônia oficial de entrada da 25a companhia da aliança.
A Continental passa a ser a terceira aérea dos Estados Unidos a integrar a Star Alliance (depois da fundadora United e da US Airways), que tem mais de 19 mil voos diários, em mil aeroportos de 169 países. “A Continental é perfeita para a Star Alliance, assim como a aliança é perfeita para a Continental, pela complementaridade que representam”, disse Smisek, ressaltando que a Continental é a única aérea com hub em Nova York, respondendo por 25% das operações nos três aeroportos da cidade (La Guardia, JFK e Newark), e 74% das operações de Newark. A Continental é a quinta maior companhia aérea do mundo.
No mapa de rotas apresentado pela empresa, a América do Sul aparece como o ponto mais fraco da aliança. A entrada da Tam, em abril do próximo ano, e a soma de forças da Continental e Unitede na região devem começar a mudar essa realidade. Na América Latina, México e Caribe são os pontos fortes da Continental, que para o México oferece 65 voos diários para 29 destinos.
A Continental consegue fazer isso hoje. Seu upgrade para a maior e melhor aliança da aviação mundial”, disse o presidente e COO da Continental Airlines, Jeff Smisek, agora, na coletiva de imprensa que marca a entrada da companhia aérea na Star Alliance. Neste momento, executivos da Continental, entre eles Smisek, eleito CEO da companhia aérea a partir de janeiro, e Larry Kellner, o atual CEO, dirigem-se para o Aeroporto de Newark, onde CEOs de outras aéreas da aliança, bem com o presidente da Star Alliance, Jaan Albrecht, participam da cerimônia oficial de entrada da 25a companhia da aliança.
A Continental passa a ser a terceira aérea dos Estados Unidos a integrar a Star Alliance (depois da fundadora United e da US Airways), que tem mais de 19 mil voos diários, em mil aeroportos de 169 países. “A Continental é perfeita para a Star Alliance, assim como a aliança é perfeita para a Continental, pela complementaridade que representam”, disse Smisek, ressaltando que a Continental é a única aérea com hub em Nova York, respondendo por 25% das operações nos três aeroportos da cidade (La Guardia, JFK e Newark), e 74% das operações de Newark. A Continental é a quinta maior companhia aérea do mundo.
No mapa de rotas apresentado pela empresa, a América do Sul aparece como o ponto mais fraco da aliança. A entrada da Tam, em abril do próximo ano, e a soma de forças da Continental e Unitede na região devem começar a mudar essa realidade. Na América Latina, México e Caribe são os pontos fortes da Continental, que para o México oferece 65 voos diários para 29 destinos.
fonte:netmarinha
28.10.09 - wed
Corrente de comércio na quarta semana de outubro foi de US$ 6,604 bilhões
Resultado semanal foi puxado por US$ 3,339 bilhões em importações, que
ficaram US$ 74 milhões acima do desempenho das exportações (US$ US$ 3,265
bilhões)
A corrente de comércio (soma das importações com as exportações) da balança comercial da quarta semana de outubro de 2009 (de 19 a 25) foi de US$ 6,604 bilhões, o melhor desempenho do mês. As importações brasileiras, nesses cinco dias úteis, chegaram a US$ 3,339 bilhões (média diária de US$ 667,8 milhões), cifra que superou em US$ 74 milhões o resultado das exportações no mesmo período, US$ 3,265 bilhões, com média diária de US$ 653 milhões. Este foi o sexto déficit semanal do ano. Antes, o último registrado havia sido na quinta semana de setembro (menos US$ 10 milhões).
Na quarta semana de outubro, o desempenho médio diário das exportações brasileiras foi 7,2% abaixo do registrado até a terceira semana do mês (US$ 703,3 milhões). Nessa comparação, foram verificadas quedas nas vendas brasileiras de básicos (-29,7%) – principalmente, farelo de soja, fumo em folhas, petróleo em bruto, soja em grão e carne bovina e suína. Entretanto, cresceram as exportações de semimanufaturados (+22,2%) – com destaque para açúcar em bruto, celulose, ferro fundido, ferro-ligas, couros e peles e óleo de soja em bruto – e manufaturados (+7,7%) – por conta de açúcar refinado, etanol, óleos combustíveis, óxidos e hidróxidos de alumínio e gasolina.
As importações na quarta semana do mês, também pela média diária, cresceram 14,4% sobre o desempenho até a terceira semana de outubro (US$ 583,9 milhões), devido à performance das aquisições de combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, equipamentos eletroeletrônicos e produtos químicos orgânicos e inorgânicos.
Mês
Apesar do déficit semanal, até o dia 25 deste mês, o saldo comercial ficou superavitário em US$ 1,239 bilhão, com média diária de US$ 77,4 milhões. Esse desempenho foi 28,2% maior que a média registrada em outubro de 2008 (US$ 60,4 milhões) e 22,4% acima da verificada em setembro último (US$ 63,3 milhões).
As exportações, nas quatro primeiras semanas do mês, totalizaram US$ 11,001 bilhões, com uma média diária de US$ 687,6 milhões. Esse valor foi 18,3% menor que o desempenho médio diário em todo o mês de outubro do ano passado (US$ 841,5 milhões). A queda foi observada nos embarques de produtos das três categorias: manufaturados (-19,3%) – especialmente celulares, automóveis, aviões, motores e geradores elétricos, etanol e autopeças –, semimanufaturados (-16,1%) – devido a óleo de soja em bruto, ferro fundido, ferro-ligas, semimanufaturados de ferro e aço, couros e peles e celulose – e básicos (-15,3%) – cujas principais retrações foram em soja em grão, minério de ferro, carne bovina e de frango, café em grão e farelo de soja.
Em relação a setembro deste ano (média diária das exportações de US$ 660,1 milhões), houve crescimento de 4,2% causado pelas vendas de semimanufaturados (+18,1%) e básicos (+5,5%). Nessa comparação, no entanto, foi verificado ligeiro decréscimo nos embarques de manufaturados (-0,3%).
Os desembarques de produtos estrangeiros no país somaram US$ 9,762 bilhões, o que significou, em média, importações de US$ 610,1 milhões por dia útil, até a quarta semana do mês. Pelo critério da média diária, as importações apresentaram retração de 21,9% sobre outubro de 2008 (US$ 781 milhões), por conta de retração nas compras de aeronaves e peças (-58,8%), produtos siderúrgicos (-44,9%), adubos e fertilizantes (-44,1%), combustíveis e lubrificantes (-41,9%) e produtos de borracha (-33,5%).
Sobre setembro deste ano, quando a média diária das importações foi de US$ 596,9 milhões, as importações até a quarta semana de outubro cresceram 2,2%, motivadas por farmacêuticos (+14,1%), siderúrgicos (+12,6%), equipamentos mecânicos (+9,8%), plásticos e obras (+8,9%), químicos orgânicos e inorgânicos (+8,3%) e borracha e obras (+7,2%).
Ano
De janeiro até a quarta semana de outubro (203 dias úteis), o superávit brasileiro somou US$ 22,510 bilhões, com média diária de US$ 110,9 milhões. Por esse critério, o desempenho foi 12,2% maior que o registrado no mesmo período de 2008, quando a média diária do saldo comercial foi de US$ 98,9 milhões. A corrente de comércio, na mesma comparação, totalizou US$ 223,086 bilhões (média diária de US$ 1,098 bilhão), valor 26,9% menor que o apresentado no mesmo período do ano passado (US$ 1,503 bilhão).
As exportações, no ano, somaram US$ 122,798 bilhões, com média diária de US$ 604,9 milhões, valor 24,5% menor que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 801,1 milhões). As importações totalizaram US$ 100,288 bilhões (média diária de US$ 494 milhões). Essa cifra é 29,6% menor que o desempenho do ano passado, quando a média foi de US$ 702,2 milhões.
A corrente de comércio (soma das importações com as exportações) da balança comercial da quarta semana de outubro de 2009 (de 19 a 25) foi de US$ 6,604 bilhões, o melhor desempenho do mês. As importações brasileiras, nesses cinco dias úteis, chegaram a US$ 3,339 bilhões (média diária de US$ 667,8 milhões), cifra que superou em US$ 74 milhões o resultado das exportações no mesmo período, US$ 3,265 bilhões, com média diária de US$ 653 milhões. Este foi o sexto déficit semanal do ano. Antes, o último registrado havia sido na quinta semana de setembro (menos US$ 10 milhões).
Na quarta semana de outubro, o desempenho médio diário das exportações brasileiras foi 7,2% abaixo do registrado até a terceira semana do mês (US$ 703,3 milhões). Nessa comparação, foram verificadas quedas nas vendas brasileiras de básicos (-29,7%) – principalmente, farelo de soja, fumo em folhas, petróleo em bruto, soja em grão e carne bovina e suína. Entretanto, cresceram as exportações de semimanufaturados (+22,2%) – com destaque para açúcar em bruto, celulose, ferro fundido, ferro-ligas, couros e peles e óleo de soja em bruto – e manufaturados (+7,7%) – por conta de açúcar refinado, etanol, óleos combustíveis, óxidos e hidróxidos de alumínio e gasolina.
As importações na quarta semana do mês, também pela média diária, cresceram 14,4% sobre o desempenho até a terceira semana de outubro (US$ 583,9 milhões), devido à performance das aquisições de combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, equipamentos eletroeletrônicos e produtos químicos orgânicos e inorgânicos.
Mês
Apesar do déficit semanal, até o dia 25 deste mês, o saldo comercial ficou superavitário em US$ 1,239 bilhão, com média diária de US$ 77,4 milhões. Esse desempenho foi 28,2% maior que a média registrada em outubro de 2008 (US$ 60,4 milhões) e 22,4% acima da verificada em setembro último (US$ 63,3 milhões).
As exportações, nas quatro primeiras semanas do mês, totalizaram US$ 11,001 bilhões, com uma média diária de US$ 687,6 milhões. Esse valor foi 18,3% menor que o desempenho médio diário em todo o mês de outubro do ano passado (US$ 841,5 milhões). A queda foi observada nos embarques de produtos das três categorias: manufaturados (-19,3%) – especialmente celulares, automóveis, aviões, motores e geradores elétricos, etanol e autopeças –, semimanufaturados (-16,1%) – devido a óleo de soja em bruto, ferro fundido, ferro-ligas, semimanufaturados de ferro e aço, couros e peles e celulose – e básicos (-15,3%) – cujas principais retrações foram em soja em grão, minério de ferro, carne bovina e de frango, café em grão e farelo de soja.
Em relação a setembro deste ano (média diária das exportações de US$ 660,1 milhões), houve crescimento de 4,2% causado pelas vendas de semimanufaturados (+18,1%) e básicos (+5,5%). Nessa comparação, no entanto, foi verificado ligeiro decréscimo nos embarques de manufaturados (-0,3%).
Os desembarques de produtos estrangeiros no país somaram US$ 9,762 bilhões, o que significou, em média, importações de US$ 610,1 milhões por dia útil, até a quarta semana do mês. Pelo critério da média diária, as importações apresentaram retração de 21,9% sobre outubro de 2008 (US$ 781 milhões), por conta de retração nas compras de aeronaves e peças (-58,8%), produtos siderúrgicos (-44,9%), adubos e fertilizantes (-44,1%), combustíveis e lubrificantes (-41,9%) e produtos de borracha (-33,5%).
Sobre setembro deste ano, quando a média diária das importações foi de US$ 596,9 milhões, as importações até a quarta semana de outubro cresceram 2,2%, motivadas por farmacêuticos (+14,1%), siderúrgicos (+12,6%), equipamentos mecânicos (+9,8%), plásticos e obras (+8,9%), químicos orgânicos e inorgânicos (+8,3%) e borracha e obras (+7,2%).
Ano
De janeiro até a quarta semana de outubro (203 dias úteis), o superávit brasileiro somou US$ 22,510 bilhões, com média diária de US$ 110,9 milhões. Por esse critério, o desempenho foi 12,2% maior que o registrado no mesmo período de 2008, quando a média diária do saldo comercial foi de US$ 98,9 milhões. A corrente de comércio, na mesma comparação, totalizou US$ 223,086 bilhões (média diária de US$ 1,098 bilhão), valor 26,9% menor que o apresentado no mesmo período do ano passado (US$ 1,503 bilhão).
As exportações, no ano, somaram US$ 122,798 bilhões, com média diária de US$ 604,9 milhões, valor 24,5% menor que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 801,1 milhões). As importações totalizaram US$ 100,288 bilhões (média diária de US$ 494 milhões). Essa cifra é 29,6% menor que o desempenho do ano passado, quando a média foi de US$ 702,2 milhões.
fonte:netmarinha



